Artur CarNAvalha Gumes - Afora a TropicanAlice Metaforas à Parte soy de Campos soy Canalha


10/08/2006


julinha diniz e amiga - meninas para mim serãos empre meninas

Escrito por artur gomes às 19h48
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bolero blue

 

beber desse  conhac

em tua boca

para matar a febre

nas entranhas entre dentes

indecente

é a forma que te como

bebo ou calo

e se não falo quando quero

na balada ou no bolero

não é por falta de desejo

é que a fome desse beijo

furta qualquer outra

palavra presa

como caça indefesa

dentro da carne

que não sai

 

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Escrito por artur gomes às 19h47
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09/08/2006


prédio da FDC antiga ETC - aqui comecei a dar os primeiros chutes nas letras

Escrito por artur gomes às 22h53
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Canja PoÉtica

 

amanhã quinta (10)  a partir das 22:30h  entre uma rodada e outra de samba comandada por Daniela Passos,  Poesia ao Vivo com Artur Gomes no Braseiríssimo (Rua Tenente Coronel Cardoso, ao lado da quadra de Tênis – Campos dos Goytacazes-RJ)

 

Carne Proibida

 

o preço atual

proíbe que me coma

mas pra ti

estou de graça

pra ti

não tenho preço

sou eu quem me ofereço

a ti:

músculo & osso

leva-me à boca

e completa o teu almoço

 

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Escrito por artur gomes às 22h49
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as crianças são testemunhas: jiddu saldanha passou por aqui

Escrito por artur gomes às 22h46
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nem froid nem sai de cima

 

antes que as metáforas entrelacem suas pernas como panteras feito nós quando nos amamos quero dizer que a vida inteira quis um poema de amor pensando em ti mesmo não sabendo que existias eu sou A Hora da Estrela e o que é que estou fazendo aqui se eu devia estar naquela cena onde fico escutando Freud e falo falo falo falo enquanto gozo e as palavras vão  se engravidando até o teto como um chão de estrelas isso até me lembra a mocidade independente de padre olivácio e depois vão caindo sobre o meu corpo caindo caindo caindo  e elas caem como se fossem folhas secas e me lembra outro samba da mangueira e  caem caem caem  e vão se alojando pelo íntimo até o mais profundo buraco das entranhas enquanto Federico alisa as minhas coxas e Baudelaire só  pensando as suas Flores do Mal  mas agora não quero ser Esfinge nem  me chamo Macabea minha mãe deixou de ser Clarice e nem quero padre  ou mãe que me diga o que devo ou Não fazer meu nome é Ana Beatriz e agora sou.

 

Lady Gumes

inA aTraição das Metáforas

Retalhos Imortais do Serafim

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Escrito por artur gomes às 14h25
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08/08/2006


thaís - musa como nunca dantes

Escrito por artur gomes às 12h18
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Primeiras Páginas

Você é o livro
que eu levaria para
uma ilha deserta.
Desperta, pernas, pétalas
páginas abertas.

Você, você, você
é aquela que eu queria comigo.
Quando a coisa fica preta
quando ficar arco-íris
eu te digo.

Um dia eu volto
sim, eu volto e vou ficar
tão perto
que você não vai saber ao certo
se sou eu ou sou outro
que interpreto.

Paulo Leminski

 

Escrito por artur gomes às 12h17
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paraíba do sul - o rio da minha aldeia

Escrito por artur gomes às 11h51
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Como se fosse verdade encantações, poemas
Como se Aquele ouvisse arrebatado
Teus cantares de louca, as cantigas da pena.
Como se a cada noite de ti se despedisse
Com colibris na boca.
E candeias e frutos, como se fosses amante
E estivesses de luto, e Ele, o Pai
Te fizesse por isso adormecer...
(Como  se apiedasse porque humana
És apenas poeira,
E Ele o grande Tecelão da tua morte: a teia).
Como se fosse vão te amar e por isso perfeito.
Amar o perecível, o nada, o pó, é sempre despedir-se.
E não é Ele, o Fazedor, o Artífice, o Cego
O Seguidor disso sem nome? ISSO...
O amor e sua fome.

Hilda Hist

 

Escrito por artur gomes às 11h51
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catedral de são salvador - campos dos goytacazes

Escrito por artur gomes às 10h43
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PoÉtica

 

quando tenso

o poema penso

fio suspenso

                no Ar

quando teso

o poema preso

peixe surpreso

                 no Mar

 

arturgomes

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Escrito por artur gomes às 10h42
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